2018: Juntos por mais um

Vidas Marcadas

Daqui em diante ninguém me moleste; porque eu trago no meu corpo as marcas de Jesus” (Gálatas 6.17).

A vida nos marca e em toda nossa jornada ela deixará registrado na nossa mente, corpo e alma, derrotas, alegrias, tristezas, frustações realizações, inseguranças ou vitórias.

Marca não é apenas um registro de um acontecimento, mas marca é um sinal de propriedade.

Os rebanhos levam a marca de seus donos e, na época da escravatura, os escravos as levavam. As doenças que nos deprimem, limitam, e as mutilações marcam com incapacidade. É preciso entender que aquilo que te marca quer te dominar, pois as marcas que temos na vida e alma querem nos dominar como senhores e patrões.

Uma coisa que marca o homem é o pecado. Ao ponto de estigmatizarem as pessoas. Um exemplo é a expressão “Olha o cachaceiro aí!”, mostrando que a cachaça marcou e tomou posse. “Olha o fofoqueiro!”, “o ladrão”, “o corrupto…”. Marca é sinal de propriedade e quando você está marcado, está subserviente.

Mas há outras marcas a considerarmos, a exemplo de Onésimo, que foi recebido por Filemon não mais como um escravo rebelde, mas como um irmão (Filemom 1.16-17). Ou Zaqueu, que deixou de ser ladrão para ser generoso (Lucas 19.1-10). Também Raabe, que de prostituta passou a ser mulher honrosa, alcançando o privilégio de estar na genealogia de Jesus (Josué 2).
Há algo que pode ser feito para transformar qualquer marca vergonhosa:

  1. Apresente diante de Deus a sua marca, mostre-a, pois Jesus quando ressuscitou mostrou as suas marcas.
  2. Mostre arrependimento pelo pecado e disposição para mudar. Rejeite!
  3. Creia no poder de Jesus e substitua as suas marcas pelas de Cristo. Paulo declara que decidiu fazer isso (Gálatas 6.17).